Cabeça de homem decapitado pela mulher é encontrada pela polícia

A cabeça de Daniel dos Santos, o homem que foi decapitado pela mulher em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo, foi encontrada pela polícia dentro de uma mochila.

Paula Ellen Neves da Silva, de 24 anos, foi presa nesse domingo (29/3) por matar e depois decapitar o atual companheiro, de 32, no apartamento onde vivia com os filhos, de 3 e 6 anos. A própria acusada avisou os familiares, inclusive enviando fotos e vídeos do crime.

Paula afirmou, em depoimento às polícias Civil e Militar, ter matado Daniel dos Santos por um suposto assédio a um dos filhos dela (veja fotos da acusada e vítima em destaque). Os dois mantinham um relacionamento a cerca de 2 meses. Além disso, ela confirmou que vinha se relacionando há dois meses com a vítima, e que ambos passaram a noite consumindo álcool e drogas, na companhia de um amigo da mulher, que foi embora 1h30 antes do assassinato.

Assédio ao filho

Segundo a polícia, Paula diz ter fingido que estava dormindo, no chão da sala, ao lado do sofá onde a vítima estava. Em dado momento, ela viu o companheiro abrir a fralda do filho dela. Ela declarou que reagiu imediatamente, pegando uma faca e golpeando o atual companheiro. Durante o ataque, a vítima teria reagido e utilizado uma faca de serra para ferir a mão da acusada. Paula contou que, após matar o companheiro, o decapitou. Ela arrastou o corpo do sofá para o banheiro. Em seguida, ligou para o ex-marido, pai das crianças, além da mãe e o irmão, para comunicar sobre o assassinato. Quando os policiais militares (PMs) chegaram ao imóvel, o local do crime tinha sido parcialmente limpo. O chão e o sofá, além da faca usada para a decapitação foram lavados. A cabeça da vítima foi encontrada dentro de uma mochila.

Mulher avisou os parentes

Em depoimento, o ex-marido disse que só acreditou no relato da mulher após ver fotos e um vídeo enviados por ela. Ele contou que os filhos estavam no apartamento, mas não esclareceu se as crianças presenciaram o crime. A mãe de Paula afirmou à polícia que a acusada é “sempre mexeu com drogas”. Ela também mostrou à polícia os diálogos com a filha pelo celular. O caso é investigado pela Polícia Civil como homicídio, fraude processual e destruição e/ou ocultação de cadáver. O delegado solicitou à Justiça conversão da prisão em flagrante para preventiva por não considerar elementos suficientes para uma suposta legítima defesa. Fonte: https://www.metropoles.com    

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