Jovem morto com rajada de tiros, corre e grita “mãe me ajuda”

A Polícia Civil de São Carlos-SP  tem  mais um crime bárbaro para investigar. Desta vez a cena de barbárie ocorreu  no início da noite de quinta-feira,  08-09-2022, na Rua Guerino Fracasso, bairro Presidente Collor. Leandro Carlos de Freitas, de 23 anos, foi executado com tiros de calibre 12 e 9 mm.

http://comandovp190.com.br/jovem-de-23-anos-e-morto-com-diversos-tiros-na-zona-sul/

Homicídio qualificado:

De acordo com boletim de ocorrência,   o jovem havia chegado do trabalho e   estava conversando com dois amigos na porta de sua casa.  Um dos amigos adentrou à  casa do Leandro e o outro foi embora.  Leandro por sua vez, foi em direção ao seu veículo Gol da cor branca, o qual estava estacionado defronte a residência, mas do outro lado da rua. Neste momento Leandro foi surpreendido por seus impiedosos assassinos. Os dois bandidos estavam armados com uma espingarda calibre 12 e uma pistola 9mm. Eles abriram fogo contra a vítima, a qual saiu correndo, atravessou a rua e caiu no portão da casa dos pais. Seus familiares escutaram a rajada de tiros e Leandro gritando “ mãe me ajuda, mãe  me ajuda”!  Depois o barulho de uma moto  foi ouvido pela família de Leandro.

Familiares saíram da casa e se deparam com Leandro caído na calçada e já sem vida. Parte  da massa encefálica da vítima  ficou espalhada defronte a casa dos seus pais.

A Polícia Militar e Unidade de Suporte Avançado (USA) foram para o local e o médico, Dr. Márcio Gomes constatou que o jovem já estava sem vida. A PM preservou o local e comunicou o ocorrido ao delegado de plantão, Dr. Gilberto de Aquino. O delegado e o investigador Danilo  foram para o local e conversaram com moradores da região, os quais disseram que somente viram os bandidos fugindo em um carro da cor prata, tomando sentido à rodovia SP-215.

A Polícia Científica encontrou sete  estojos de calibre 12, sendo seis deflagrados e um intactos,  e 3 de calibre 9 milímetro, dois  deflagrados e  um intacto.   De acordo com o delegado, a vítima não  tinha passagem policial e era trabalhadora.  O corpo foi encaminhado para o IML. O boletim de ocorrência foi registrado na Central de Polícia Judiciária.  Um policial da DIG também esteve no local  e deu inicio as investigações.

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