Chico Picadinho deverá permanecer preso após pena máxima – Comando VP
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Chico Picadinho deverá permanecer preso após pena máxima

O Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu no dia 27 de novembro que Francisco Costa Rocha, de 75 anos, conhecido como Chico Picadinho, deve permanecer no sistema penitenciário depois de mais de quatro décadas.

Acusado de esquartejar duas mulheres na década de 1960, está preso há mais de 40 anos e é o responsável por um dos crimes mais conhecidos do País.

Conflito de juízes

Em março deste ano, a juíza Sueli Zeraik da Vara de Execuções Criminais de Taubaté havia concedido liberdade a Chico Picadinho, justificando que o réu já havia cumprido a pena referente aos crimes praticados.

O juiz Jorge Alberto Passos, da Vara Especializada da Família e Sucessões de Taubaté, recorreu da decisão alegando que não se trata de cumprimento de sanção penal, mas de um processo civil de interdição para tratamento psiquiátrico.

O TJ-SP entendeu que Chico Picadinho deve continuar no Hospital Psiquiátrico da Casa de Custódia de Taubaté, com base nos laudos médicos que indicam patologia psiquiátrica gravíssima.

Os desembargadores Ademir Benedito e Salles Abreu avaliaram que Chico Picadinho não tem condições de conviver em sociedade, devendo manter-se em regime fechado, sob vigilância e submetido a tratamento psiquiátrico e avaliações médicas periódicas.

Os crimes e as prisões

Capixaba de Vilha Velha, Francisco Costa Rocha — antes da alcunha de Chico Picadinho — ficou conhecido nos noticiários como Monstro da rua Aurora, pelo assassinato e esquartejamento da bailarina austríaca Margaret Suida. O crime aconteceu no dia 2 de agosto de 1966.

Chico Picadinho foi condenado, em 1968, a 17 anos e seis meses de prisão, mas foi liberado em setembro de 1976 por bom comportamento. Dias depois, ele tentou estrangular a garota de programa Rosemarie Michelucci.

No dia 18 de outubro de 1976, Chico Picadinho matou e esquartejou Ângela de Souza Silva também no centro de São Paulo. O assassino colocou pedaços do corpo em uma mala, e, assim como no primeiro crime, botou outras partes no vaso sanitário.

Ele foi preso em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro. Ele foi declarado “incapaz” por um laudo médico.

Em 1998, Rocha cumpriu a pena máxima permitida no Brasil, que é de 30 anos, mas foi interditado judicialmente.

Atualmente ele está na Casa de Custódia de Taubaté, no interior de São Paulo.

Fonte: r7

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