Assassinos de delegado com muita frieza contam como executaram o crime – Comando VP
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Assassinos de delegado com muita frieza contam como executaram o crime

A Polícia Civil do Estado de São Paulo divulgou nesta segunda-feira, 4, o depoimento completo dos acusados de matar o delegado do Deinter-5 Guerino Solfa Neto. Abner Saulo Oliveira Calixto, 26 anos, e Rodrigo Geraldo Costa de Lima, 28 anos, confessaram friamente o crime.

Ambos os haviam acabado de sair de um presídio.  Abner assumiu a autoria dos tiros que mataram Guerino.

Eles relataram após saírem do  presídio em São José do Rio Preto resolveram ingerir bebida alcoólica. No dia 25-06, eles resolveram roubar um carro para irem embora para São Paulo. Andando por uma via pública viram a caminhonete parada e a vítima dentro da mesma. Fizeram menção estarem armados e anunciaram o roubo.

Abner e Rodrigo também disseram que, depois de sair do Centro de Progressão Penitenciária (CPP) de Rio Preto, beneficiados pela saidinha temporária, estiveram em uma festa, onde consumiram bebidas alcoólicas.

Eles amarraram as mãos do delegado e perguntaram onde estava sua carteira. Ele disse que não tinha carteira. Sendo assim resolveram ligar a luz do carro e procurar a certeira. Quando procuravam encontraram a pistola do delegado. Ao ser indagado se ele era polícia ele disse que não que era advogado.

“Perguntei o que ele fazia da vida. Ele falou que era advogado. Na hora que ele falou isso, eu fiquei mais tranquilo ainda”, afirmou.

Os criminosos descobriram que Guerino era policial enquanto procuravam a carteira dele, em busca de dinheiro para abastecer o carro, que estava com pouco combustível. “Quando acendi a luz, olhei pra baixo e a pistola estava entre os dois bancos da frente, dentro do coldre. Então eu peguei ela, engatilhei e falei ‘você é polícia (sic)’.”, disse Rodrigo.

Abner, o primeiro a ser preso, disse à polícia que Rodrigo agrediu o delegado no banco de trás do carro. Abner também falou que tomou a decisão de matar Guerino enquanto a vítima insistia em dizer que era advogado e não policial. “Eu estava bêbado. Fiquei nervoso e parei o carro. O Rodrigo abriu a porta do lado que ele estava, na parte de trás, empurrou o rapaz (Guerino) para fora do carro. Na mesma hora eu desci com a arma não mão. O rapaz estava caído no chão e eu peguei e atirei”.

Eles falam friamente todo o crime. É bom deixar bem claro que o delegado foi morto, devido a nossa justiça ser uma “mãe” para bandidos. Se eles estivessem presos, o delegado não teria sido morto.

Fonte: http://www.diariodaregiao.com.br

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