O homem que se entregou nesta madrugada de quarta-feira, 25 de março de 2026, após ter matado Gilza Alves, 47 anos, dentro da casa dele na Rua Paraná, bairro Cruzeiro do Sul, São Carlos-SP, foi ouvido e liberado, pois teria agido em legÃtima defesa, segundo a PolÃcia Civil. Mulher assassinada em São Carlos
De acordo com boletim de ocorrência, horas antes a PM havia sido acionada, pois uma mulher estaria tentando invadir a casa de seu suposto amante. Ela estaria ameaçando o suposto amante e a mulher dele. A PM foi até a residência e não encontrou ninguém. O casal supostamente ameaçado havia ido para a delegacia, onde registrou boletim de ocorrência de ameaça e perseguição  contra a mulher. Durante a madrugada, vizinhos ouviram gritos no local. Depois viram o morador saindo com seu carro. O portão estava aberto e amassado. Como a porta também estava aberta, os vizinhos viram o corpo de uma mulher caÃdo na cozinha. A PM foi acionada e acionou também o SAMU, que compareceu ao local e constatou o óbito da mulher.
Os vizinhos contaram para a PM, que tinham conhecimento, que P.A.S, de 53 anos, morador da residência, teria tido um caso com Gilza Alves, a qual foi morta dentro da casa dele. Ela teria descoberto o endereço dele e ido várias vezes ameaçar o suposto amante e a mulher dele. Quando o delegado de plantão, estava no local do crime, tomou conhecimento, que o autor do assassinato havia se apresentado na delegacia de Araraquara. Ele foi encaminhado para São Carlos e em depoimento contou que após registrar boletim de ocorrência na delegacia de São Carlos, levou a esposa para a casa da mãe dela em Araraquara, quando voltou para a casa do casal em São Carlos, se  surpreendeu com  Gilza Alves, a qual estaria armada com uma faca e teria invadido a casa dele. Para se defender, o homem teria pegado um pedaço de ferro e desferido golpes contra a mulher. Depois pegou uma faca e a golpeou no pescoço. A PolÃcia Civil encontrou o portão da casa arrombado e amassado de fora para dentro. Após ter sido ouvido, o homem foi liberado pelo delegado, Dr. Gilberto de Aquino, pois ficou comprovado que ele agiu em legitima defesa. O fato deverá ser investigado pela Delegacia da Defesa da Mulher ( DDM). O crime segundo o delegado, não é femicÃdio e sim homicÃdio.
Clique no link e veja a entrevista com o delegado, Dr. Gilberto de Aquino https://www.facebook.com/comandovp190/videos/1265819624996625
Delegado, dr. Gilberto de Aquino
Delegado, dr. Gilberto de Aquino


