Agropecuária mantém 3% dos empregos formais em São Carlos, aponta estudo da ACISC

Informativo Econômico divulgado nesta quarta-feira (15) mostra estabilidade no setor e destaca a importância da agropecuária para o equilíbrio e diversificação da economia local A Associação Comercial e Industrial de São Carlos (ACISC) divulgou nesta quarta-feira (15) o novo Informativo Econômico, elaborado pelo Núcleo Econômico da entidade, com foco no emprego agrícola no município. O levantamento revela que, apesar de representar uma fatia menor do mercado de trabalho formal, a agropecuária exerce papel estratégico na economia local, sustentando cadeias produtivas e contribuindo para a estabilidade do emprego. De acordo com o estudo, São Carlos registrou em agosto de 2025 um total de 90.565 vínculos formais de trabalho, dos quais 2.689 estão ligados ao setor agropecuário, o equivalente a 3% do total de empregos com carteira assinada. O segmento é liderado pela pecuária, com 2.060 postos de trabalho, seguida pela produção de lavouras temporárias (239 empregos), lavouras permanentes (187 empregos) e serviços de apoio à agricultura (107 contratos). O Informativo Econômico mostra ainda que o salário médio de admissão no setor é de R$ 2.121,00, variando conforme o grau de especialização das funções. Cargos de gerência na produção chegam a R$ 15 mil, enquanto áreas técnicas como mecatrônica e eletromecânica apresentam médias de R$ 5.060,00. Profissionais das ciências sociais e humanas têm remuneração média de R$ 2.300,00. Para a presidente da ACISC, Ivone Zanquim, o estudo reforça a importância da agropecuária como um dos pilares da economia são-carlense. “A agropecuária de São Carlos é um setor que alia tradição e inovação. Mesmo representando uma fatia menor do emprego formal, ela é essencial para o dinamismo econômico e para a manutenção de cadeias produtivas importantes, como a de alimentos e de biotecnologia”, destacou. O economista Elton Casagrande, responsável pelo Núcleo Econômico da ACISC, explica que o setor demonstra estabilidade e vínculos trabalhistas mais duradouros em comparação a outros segmentos. “O tempo médio dos contratos na agropecuária é mais elevado, o que indica relações de trabalho mais consistentes. Isso mostra que, além da formação técnica, fatores como cultura organizacional e a oferta de mão de obra especializada têm grande influência sobre a permanência no emprego”, avaliou. O estudo também aponta que as admissões recentes concentraram-se entre trabalhadores com ensino fundamental e médio completos, e que o saldo de contratações foi positivo em agosto, especialmente entre empregados com fundamental incompleto e médio completo. Para Ivone Zanquim, as informações levantadas servem de base para ações de incentivo e capacitação profissional. “Com dados precisos, podemos promover políticas que estimulem o desenvolvimento do setor e ampliem as oportunidades no campo, fortalecendo ainda mais a economia de São Carlos e região”, concluiu a presidente da ACISC.

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