“Jamais passaria faixa a um ladrão”, diz Bolsonaro em ato

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou neste domingo (29/6), durante ato na Avenida Paulista, em São Paulo que “jamais passaria a faixa para um ladrão”, em referência à sua viagem aos Estados Unidos após a derrota nas eleições de 2022, quando perdeu a disputa para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A declaração foi feita em um ponto do discurso em que Bolsonaro se defendia de tentar um golpe de Estado, acusação pela qual responde em julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF). O ex-presidente pregou que atendeu a pedidos de Lula durante a transição e se manifestou publicamente contra bloqueios de caminhoneiros nas estradas. “Fizemos transição pacífica elogiada por Geraldo Alckmin (PSB), que foi responsável por receber isso do nosso lado.” Em outra parte do discurso, Bolsonaro voltou à ofensiva contra Lula. “Me processam, mas não processam por corrupção, por desviar dinheiro da Petrobrás, por assaltar o fundo de pensão do Banco do Brasil ou dos Correios. Não me processam por achar dinheiro em apartamento meu. Ou ter um sítio em algum lugar, ou um apartamento na beira da praia.”   “Me processam por uma fumaça de golpe”, disse. O presidente ainda culpou a esquerda pelos atos do 8 de janeiro de 2023, que vandalizaram o Supremo Tribunal Federal, o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional. Esta é a 6ª vez que Bolsonaro convoca apoiadores para a ruas desde que deixou a Presidência da República, no fim de 2022. O slogan da manifestação deste domingo é “Justiça Já” e as críticas se concentram do julgamento de Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF) por suposta tentativa de golpe de Estado.

Mobilização popular

  • Os números do Monitor do Debate Político do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), da USP, mostram que, ao longo do tempo, as manifestações bolsonaristas perderam a capacidade de adesão.
  • Em 25 de fevereiro do ano passado, o ex-presidente levou 185 mil pessoas à Avenida Paulista. Em 6 de abril deste ano, 44,9 mil pessoas foram à última manifestação, em São Paulo – uma redução de 75%.
  • No período entre os dois atos, ainda houve outros três protestos de aliados de Bolsonaro. Em 21 de abril, o monitor da USP mediu 32,7 mil pessoas em um ato em Copacabana. Já no Dia da Independência do ano passado, 7 de setembro, 45,4 mil pessoas estiveram na Paulista.
  • No dia 16 de março deste ano, 18,3 mil pessoas se manifestaram em apoio a Bolsonaro no Rio de Janeiro.
  • Fonte: https://www.metropoles.com/

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