Limitar o trabalho da imprensa não ajuda ganhar jogo

Não só pela coerência, mas especialmente bom senso, todos devem se juntar aos protestos dos jornalistas Bruno Vicari e Luiz Carlos Quartarollo contra a limitação do trabalho imposto aos profissionais da crônica esportiva. Houve um tempo que todos os repórteres tinham acesso aos treinamentos e podiam exercer livremente as suas funções, sem que isto pudesse prejudicar a vida de quem quer que seja. A relação era de muito respeito, inclusive.
Mas aí vieram os treinos fechados, o que leva esse pessoal a ficar horas na porta dos CTs, até que sejam liberadas as entrevistas. Entrevistas é forma de dizer. No máximo, um ou dois falam, enquanto os demais são convenientemente escondidos. Fazer cobertura dos clubes, hoje, virou um verdadeiro sacrifício. Pior ainda nos jogos. O acesso ao campo, à beira dele, é autorizado apenas para representantes dos veículos donos dos direitos. Quanto aos demais, resta o consolo da “coletiva pós-jogo” – um jogador e/ou treinador, que após vitórias ou derrotas, não esconde a má vontade de estar ali. Enfim, a blindagem é total e estupidamente excessiva, levando uma boa maioria desses novos atletas já se achar e se colocar como intocáveis celebridades. Pior é que o tamanho da bola não indica para nada disso. Vale dizer que Pelé, ao longo da sua vida no Santos, deu um bom número das suas entrevistas pelado, debaixo do chuveiro. E não deixou de ser o maior de todos por causa disso. Claro que também não precisa chegar a tanto, mas... Coisa maluca
Nem é o caso de citar o nome, porque se trata de alguém ainda em início de carreira e muito a aprender, mas um desses jovens, na volta do recente fracasso da seleção olímpica, disse que não aguentava mais tanto assédio.
Queria um pouco de privacidade. Rir ou chorar? O outro lado Independentemente de tudo, tem uma moçada aí que também precisa se preparar melhor para as funções. Muricy Ramalho sempre conta que, ainda como técnico, quando existia um pouco mais de flexibilidade, havia quem ficasse tomando café e comendo bolachinha, em vez de prestar atenção no treino. Depois ia perguntar quem ia jogar. Nas próprias coletivas, tem quem repita pergunta ou não preste atenção nas respostas. Cautela O SBT, aos poucos, está soltando chamadas dos seus novos programas. Em todas, no entanto, observa-se o cuidado de anunciar para março, mas sem cravar o dia. A propósito Para amanhã, quinta-feira, está marcado um pré-light no novo cenário do “SBT Brasil”. O apresentador Cesar Filho também foi convocado. A ideia, também, é testar a funcionalidade de tudo.

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