Subtenente da PM escreve livro e reuni família e amigos em tarde de autógrafo – Comando VP
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Subtenente da PM escreve livro e reuni família e amigos em tarde de autógrafo

Os meus agradecimentos à todos que direta ou indiretamente contribuíram para a realização deste evento: minha querida e amada família esposa Jucelina e filhos Lucas e Matheus, irmãos, parentes e amigos, imprensa: Valdir Penteado e Ana Dias, Guilherme, ao professor e sensei Mário José dos Santos da Academia de Karate Santos São Carlos, autoridades Ten Cel PM Alexandre Wellington Comandante do 38° BPM/I, Cap PM Paulo Roberto Nucci Júnior Comandante da 1ª. Cia PM, Oficiais e Praças da reserva presentes e aos ausentes, parceiros e amigos da Polícia Militar pela formação e carreira conquistada ao longo de 30 anos de serviço para a Instituição Estadual.

Foram cinco anos dedicados para escrever esta obra, com 30 anos de profissão policial militar servindo nas unidades de Policiamento Rodoviário, Policiamento Ambiental e Policiamento Urbano somados aos 15 anos de ensinamentos na Academia de Karatê com o professor Santos, até a chegada à graduação da faixa preta 1° Dan na Federação Paulista de Karatê e Confederação Brasileira de Karatê. Horas a finco, documentos referenciados, autorizações, pesquisas e consultas, pensamentos, todas estas etapas são passadas por um escritor e não há mais nada compensador para ele que ver sua realização publicada e, ainda, a aceitação de sua obra.
Costumo dizer que tenho a Polícia Militar e a Academia de Karatê como minha segunda casa, por alguns motivos que gostaria de citar:
Desde minha adolescência despertava a vontade de seguir a carreira militar, quer nas Forças Armadas quer na Polícia Militar.
Quando comecei a trabalhar na Companhia Brasileira de Tratores em 1984, já tinha a ideia de ingressar nas fileiras da Polícia Militar de São Paulo.
Em abril de 1986, ingressei no Curso de Formação de Soldados, no Regimento de Polícia Montada 9 de Julho e durante este período me inspirei em um colega de turma que era faixa preta de judô, com o intuito de aperfeiçoar minha defesa pessoal. Quando regressei para São Carlos, procurei algumas academias de artes marciais e dentre as que conheci, optei pelo Karate na Academia de Karatê Santos, no final do ano de 1989.
Passando pelos percursos que as duas profissões impuseram, fui me graduando na Polícia Militar de Soldado PM à Subtenente PM na reforma e no karate de faixa branca (Shiro Obi, denominação em japonês), sem graduação, até a faixa preta (Kuro Obi) 1° Dan (grau).

Dez dias após o exame de faixa preta, fiquei imobilizado e acamado por 15 dias com diagnóstico de “protusão e deslizamento de hérnia de disco” na coluna lombar, devido a um trauma, ficando por quase um ano em fisioterapia de recuperação. Neste período, li o livro “O Tao do Jeet Kune Do” 2ª edição  de Bruce Lee, presente de meu irmão Rodrigo. Com a filosofia descrita por Lee, me incentivou a usar os métodos de reabilitação que retomaram minhas atividades na sua totalidade.
Confesso que com a filosofia e estudo do Karate aplicados a profissão policial militar, me deram oportunidade de tomar decisões e atitudes mais confortáveis para a resolução de ocorrências minimizando assim os impactos que poderiam se desenvolver como ser humano. Ademais, estas condutas foram absorvidas e transferidas para a vida particular.
O ensinamento exímio que tive da profissão policial militar, em seus fundamentos e ordenamentos aliado ao do Karate, me motivaram a chegar ao ponto de escrever esta autobiografia da cultura policial e marcial, com o propósito de expor ao público leitor a importância que existe nestas profissões e seus valores, muitas vezes não aparentes, porém podendo agora ser mostrada em registros como este livro, onde o Policial e o Karateca se unen, caminhando juntos, em suas profissões paralelas.
Gostaria de finalizar salientando uma lembrança de meu amigo Marlon sobre uma frase de Monteiro Lobato: “Quem escreve um livro cria um Castelo e quem o lê vive nele”.

Texto do sub-tenente Terroni

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