Justiça mantém prisão de Cristian Cravinhos – Comando VP
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Justiça mantém prisão de Cristian Cravinhos

O STJ (Superior Tribunal de Justiça) negou o pedido de habeas corpus para a prisão preventiva de Cristian Cravinhos. O réu havia pedido a volta da aplicação do regime semi-aberto pela condenação de 38 anos pelo assassinato do casal von Richthofen.

A decisão do STJ foi publicada na última terça-feira (5), após requerimento feito pelo advogado de Cravinhos, Ivan Peterson de Camargo.

Procurado pela reportagem do R7, o advogado Ivan Peterson de Camargo ainda não se pronunciou. O espaço está aberto para manifestação.

Entenda o caso

Cravinhos foi preso no dia 18 de abril após agredir uma mulher e tentar subornar policiais militares na cidade de Sorocaba, no interior de São Paulo.

A polícia foi acionada para atender uma ocorrência de briga de casal e, ao chegarem no local, os agentes não encontraram as vítimas. Em seguida, fizeram uma ronda nas imediações e encontraram Cravinhos agredindo uma mulher. Na ocasião, o suspeito ofereceu R$ 1 mil aos policiais e disse que seu irmão, Daniel Cravinhos, viria da capital paulista com mais R$ 2 mil. Posteriormente, os agentes deram voz de prisão ao homem.

Volta às ruas

Cristian Cravinhos estava cumprindo pena em regime aberto desde agosto do ano passado, depois de deixar o presídio em Tremembé, no interior do Estado. A progressão de pena dele foi expedida pela Vara de Execuções Criminais de Taubaté (130 km de São Paulo).

As investigações apontaram que o crime de assassinato contra o casal Manfred e Marísia von Richthofen foi orquestrado pelo pelo casal Daniel e Suzane e executado com participação de Cristian.

Os três foram presos ainda em 2002 e condenados em 2006. Suzane e Daniel receberam pena de 39 anos de prisão, enquanto Cristian foi condenado a 38 anos e seis meses. Todos em regime inicialmente fechado. O ex-casal continua preso em Tremembé, no regime semiaberto, e aguardam decisão da Justiça sobre o pedido de cumprirem a pena em liberdade.

Presídio de Tremembé

A unidade prisional no interior paulista é conhecido como “presídio de Caras” por concentrar detentos de crimes de grande repercussão na mídia. Além dos irmãos Cravinhos, veja outros presos da penitenciária de Tremembé que cometeram crimes que ficaram “famosos”:

Alexandre Nardoni, apontado como responsável pelo assassinato de sua filha, Isabella, 5 anos, em 29 de março de 2008. Ele foi condenado a 31 anos, um mês e 10 dias de prisão a ser cumpridos em regime fechado. A esposa dela na época do crime, Anna Carolina Jatobá, está no presídio feminino da mesma cidade.

Lindemberg Fernandes Alves, condenado a 98 anos de prisão pela morte de Eloá Cristina Pimentel em outubro de 2008. A condenação dele foi em 2012, e ele deve ficar detido durante o período máximo permitido no país: 30 anos.

Antônio Marcos Pimenta Neves, condenado a pela morte de Sandra Gomide, em 20 de agosto de 2000. O jornalista foi levado para o presídio de Tremembé em maio de 2011. Ele foi condenado a 19 anos e dois meses por matar a ex-namorada e também jornalista.

Fonte: r7

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